Decathlon Vitalsport

Escrevo este post à mão e num estado de felicidade enorme. Olhando para a semana transacta e para o fim-de-semana que ontem terminou em particular, não podia ser outra a reacção que a memória e a lembrança sensorial me oferecem.
Pois bem, na terça-feira, em pleno Estádio Jorge Sampaio, casa do pedroso mas também estádio talismã dos sub-21 nacionais, assisti ao jogo por outra perspectiva. Foi, então, como voluntário do IPJ que tive a oportunidade de conhecer novos voluntários, seguranças da 2045 e ainda de verificar que era lembrado dos tempos da formação. Entre isto, fiz a escolha solicitada pela Paula Cruz, uma grande amiga e directora de comunicação da Decathlon, que consistia em cinco voluntários.
Desta forma, dia catorze, acompanhado de mais quatro voluntários, parti para Lisboa. O Vitalsport, evento internacional e anual da Decathlon, foi algo de muito surpreendente, não só pela estrutura alcançada, mas também pela filosofia demonstrada pela marca. Pessoas novas, ou melhor, amigos novos, que tantos agradecimentos nos merecem agora pela oportunidade. Fica aqui dentro, a pulsar, a despedida de ontem na piscina e um “até para o ano” que não é somente um pedido formal, mas sim a tradução de um grande apreço e da vontade de comparecer. Sempre.

Fernando Miguel Santos
17 de Setembro de 2007

Uma dejecção de morte

O dia de hoje, o do regresso às aulas, tomou contornos surreais. No meu regresso, no comboio que parte às 16.36 de Aveiro, assisti a duas coisas que pensava nunca vir a ter de observar, quanto mais uma junto da outra.
Na Aguda, ainda antes de chegar ao apeadeiro, ouvi o comboio apitar com uma veemência estranha e nada usual, que me fez lembrar as palavras de um revisor que um dia explicou que , parando o comboio, tal se devia ou a um dispositivo de controlo de velocidade da linha ou a um atropelo do comboio a uma pessoa. Pois saiba-se que este último sobreveio à minha viagem. No entanto, para mal de todos os que estavam fechados no comboio, uma senhora idosa, mas a quem pelos vistos a idade não terá ensinado tanto quanto devia, decidiu começar a reclamar pela paragem. Indignada, dizia que tinha de ir à casa de banho, mas não comunicou isto ao revisor de serviço. Na impossibilidade de sair decidiu levantar-se, dirigiu-se a uma das portas mais próximas de mim e, fazendo uso da sua raiva, aliviou os intestinos mesmo no chão do comboio!
E mais palavras não tenho…

Guerrilha?

Não é uma perseguição pessoal ao mundo cor-de-rosa. É, antes de mais, uma sensibilidade que tenho contra coisas ridículas que se dizem e fazem. Como por exemplo a frase de Margarida Rebelo Pinto ao Jornal de Negócios: «[Os blogues] são um território de guerrilha suja, protagonizada pelos terroristas da Internet».
É provável que isto aconteça, como é provável que não. Assim, o problema reside na generalização. E basta ler uma sentença assim para se discernir a incapacidade de alguns frente ao que é novo, a inércia temporal e sazonal. Enfim, resta-me dizer uma coisa. Um blogue bem seleccionado é bem capaz de bater o Sei Lá, o Não Há Coincidências e todos os outros livros de Margarida em qualidade e sentido de fundo literário.

Orgulho

A noite nunca é escura de mais para pensar. Os pensamentos podem ser escuros de mais para a noite. Assim como as manhãs cobertas de nevoeir...