Felizmente biciclético!


Saberá quem me conhece que sou profunda e inigualavelmente eclético. Gosto de tudo e tenho imenso prazer em tudo aquilo que constitua novidade. Um actividade, um filme, um livro, uma música, um som até, tudo pode constituir para mim a origem de uma expressão infantilizada na face, aquela carinha de criança que recebe um caramelo...
Sabem qual é o prazer mais recente? Pedalar! Galgar alcatrão por descobrir com os pneus da bicicleta, investir parte do orçamento em material para melhorar a experiência, gozar do vento na cara e sentir as dores do dia anterior, desafiando-as a continuar no dia seguinte até as vencer.
Vejam na foto como saio para fazer exercício em duas rodas. Críticos serão aqueles que, por ignorância, não conhecem as imensas vantagens de equipamento adequado. Terei melhorado o meu desempenho em mais de um quarto e o prazer... esse duplicou!
Acima de qualquer coisa vale o convívio que temos associado ao exercício, os objectivos nobres, as amizades novas e o prazer de mover o corpo.
Acaso saberão o prazer de triplicar a distância percorrida em seis dias de prática? A boa forma física, o ar puro que se respira, os caminhos que nunca se conheceram de carro...
Sim! Este é, definitivamente, um novo prazer, uma nova forma de lazer que agora faz parte de mim.
Isto é a maior prova de que sempre fui eclético. Pouco a pouco - mens sana in corpore sano - torno-me atlético, com o ginásio e a bicicleta. Atlético, eclético... Biciclético!
É como agora me sinto: felizmente biciclético!









Todos podem cozinhar




Este é o lema de um filmes da era moderna da Disney que mais admiro, Ratatouille. Pude comprovar a realidade do mesmo através da minha primeira experiência séria na cozinha. Segundo os presentes à mesa, nove bem contados, tudo estava apetecível e foi, como pude confirmar no final, consumido até ao último pedaço.
Bifes de peru com presunto e salva... Até me cresce a água na boca só de pensar! O mais incrível de tudo é a vontade que me dá de cozinhar, de fazer daquela arte um novo objectivo, um novo hobbie (como se todos os outros fossem poucos), de ler de saber de poder dar a quem nos visita algo trabalhado com afinco pelas nossas mãos e que lhes proporciona um prazer que podemos ver estampado na face.
Houve quem repetisse, nada sobrou a não ser os elogios e, no final, como determinada personagem do supracitado filme, o meu ego emproou-se um pouco. Rápido conclui ser apenas um aprendiz de aprendizes, mas soube, agora por experiência, que todos podem cozinhar.
Nota: a foto é real e retrata os mesmo bifinhos que acima descrevo!

Orgulho

A noite nunca é escura de mais para pensar. Os pensamentos podem ser escuros de mais para a noite. Assim como as manhãs cobertas de nevoeir...