ENEE

O Encontro Nacional de Estudantes de Enfermagem (ENEE) foi uma das melhores semanas de actividades em que participei. Com um cartaz brilhante (Terrakota, Mercado Negro, Levanta-te e Ri ao vivo, The Gift, Quim Barreiros, Da Weasel, muitos DJ's e muitas tunas…), um calor abrasador e a paisagem deslumbrante da Praia da Galé nada podia ter sido melhor. As alvoradas, os tachos a bater, as conversas, as piadas, as canções, tudo vai deixar muitas saudades que só de ano a ano poderemos matar. Foi, por tudo isto, uma semana que valeu a pena, a repetir tantas vezes quantas seja possível. As noites começavam numa confraternização cantada com o pessoal de Santarém e acabavam nas tendas, uns a dormir e outros a despertá-los batendo violentamente nos tachos que, mais tarde, serviriam para cozinhar. É por tudo isto que o ENEE valeu, vale e valerá a pena. E no coração fica o pessoal de Santarém, Setúbal, Bragança, entre outros que lá conhecemos e que para o ano, se não puder ser antes, esperamos rever.

Quim Barreiros

Embora comece a ser recorrente ver Quim Barreiros ao vivo nunca deixa de ser um espectáculo muito divertido. A interacção dele com o publico, as duas conotações de cada letra e a postura de toda a banda dá sempre que falar. Desta feita foi em Coimbra. Uma noite incrível, de todos os pontos de vista, iniciada pela Bandalusa, com música de baile para animar as hostes que se posicionavam em frente ao palco. Sem dúvida, um noite que não podia deixar de registar, por tudo o que aconteceu.

Insólito II


Atenção! Quem viajar no regional para Coimbra compre em consciência. Se comprar bilhete Aveiro-Coimbra paga mais do que se comprar um Aveiro-Oiã e outro Oiã-Coimbra. E garanto que vale a pena porque no regresso experimentámos e o revisor não nos obrigou a sair e entrar logo de seguida, como o bilhete faria prever.
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Insólito I


Apesar de ter dormido apenas 23 horas durante a Semana do Enterro consegui perceber que, por muito que não queiramos, estamos rodeados de insólitos. Por exemplo, sabiam que entram pombas em cafés porque são alimentadas lá dentro pelos clientes? Em Coimbra, pelo menos…
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Semana do Enterro 2005-2006


A Semana do Enterro acabou. Agora em vez de Lodo sou Moliço e espero pela segunda matrícula para usar as insígnias no meu traje que estreei logo no primeiro dia.
A festa começou com pouca gente conhecida, porque no Sábado (dia 29) muitos ficaram em casa, mas bastou a companhia do Simão Vela e do Madeirense que já se curtiu muito ao som do Gabriel, o Pensador. Na verdade, dentre todos os que actuaram foi dos que mais me surpreenderam, pela força das letras a par da qualidade da melodia.
No domingo, já com o resto do pessoal presente, foi a vez do Abrunhosa encantar. Começou com funky, passou pelo reaggae e acabou nas suas baladas únicas. Para mim "Eu não sei quem te perdeu" foi espectacular e ganhou um glamour especial, mas isso é outra história…
Chegou a segunda, o dia de começar a fazer o carro, o dia do Quim Barreiros, o dia que muitos esperavam para ir lá pela primeira vez. O material chegou tarde, eu levantei-me cedo de mais, mas à noite o Quim fez a audiência explodir. E nós, enfermeiros, delirámos com a sua "Picada de Enfermeiro".
Terça. O recinto mexeu-se com Pluto, que segundo o seu estilo tocou com qualidade e animou aquilo para a chegada dos Expensive Soul. Estes, a par do Gabriel, também me surpreenderam. Conhecidos pela generalidade dos ouvintes pelas músicas das novelas nada como pôr a assistência a saltar e com os braços no ar daquela maneira para mostrar a força do hip-hop.
O dia mais dramático foi quarta. Esta frase está preenchida de toda a ambiguidade que se possa subentender, mas a mim cabe-me apenas explicar a parte superficial: foi o dia mais dark. Primitive Reason e Moonspell. Os primeiros ouvi apenas enquanto conversava com a Tânia, mas os últimos vi e, considerando que aquele é um estilo muito próprio, eles tocam bem. No entanto, isso não implica que me tenha agradado além das luzes, da postura em palco e do fundo deste.
E chegou o dia do desfile. Acabamos o carro, mas o desfile que tanto esperávamos foi manchado pela morte do fotógrafo. Para nós, novos na academia, um conhecido, mas para muitos um amigo e, por isso, e pela aversão da reitora a tudo que seja praxe ou faina, foi decretado luto académico e não houve classificação, nem gritos, nem cânticos, nem coreografias. Após isso, o destino final era o recinto para ver os Meidin, grupo de covers, mas antes há que ir trajar porque a roupa de mulher velha que envergava, relacionada com o tema da reforma aos 65 já estava a mais num, agora, veterano.
Estás cansado? Eu não. Devem ter sido a pergunta e a resposta que dei a mim mesmo no início de sexta. Decidi ir com o Madeirense e a Marina ver a Melanie C a Coimbra. O concerto foi espectacular, a directa muito cansativa, mas não consigo perceber como uma cidade com tanta tradição académica se mexe tão pouco num concerto. Os bolsos, nestes momentos deviam ter um sentido proibido para a as mãos que deviam estar no ar a bater palmas. Mesmo assim, a festa foi nossa.
Agora resta-nos descansar…até à próxima festa. :)
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Orgulho

A noite nunca é escura de mais para pensar. Os pensamentos podem ser escuros de mais para a noite. Assim como as manhãs cobertas de nevoeir...