O casamento

Ontem, dia 18 de Maio de 2008, casou a minha prima, com quem brinquei anos e anos em pequeno, com estabeleci laços e também as normais rivalidades típicas da infância. È um pouco estranho vê-la dar este passo, pois ele torna-me no último reduto dos solteiros da família nesta geração. Mais cedo ou mais tarde, dada a diferença de idade para a geração seguinte, eu serei, provavelmente, o próximo.
O casamento foi uma experiência brilhante. Muita música, muita dança, muita alegria fez dele um dos melhores, senão o melhor casamento em que já estive presente. Por isso, comentei que estas festas, que tanto prazer nos dão e das quais eu nunca quero sair, deviam ser como os casamentos de algumas etnias: durariam semanas.
Hoje, extenuado pelos movimentos a que todas as músicas mexidas me impulsionaram, recordo com imenso prazer o dia de ontem.
Aproveito para enviar as maiores felicidades à Rafaela e ao Daniel, o casal que nos proporcionou e, mais do que ninguém, viveu a festa com intensidade.
Muitos beijinhos e parabéns, por terem casado e por serem quem são!

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