Furadouro

Ao jantar, que fiz em Aveiro porque a CP não conseguiu ultrapassar o problema da linha urbana Aveiro-Porto que me impediu de regressar a Gaia, deu-se uma avalancha de emoções, motivada por um acrónimo que nunca me abandonará: ENEE. E daí ao Levanta-te e Ri que permanece em cassete para rever imensamente e à música "Aqui vou eu para a costa, aqui vou eu para o ENEE, de Aveiro vou fugir vou para a Praia da Galé" com letra de Fernando Miguel Santos e Luís Filipe Romão e música de Despe & Siga foi um instante.
Este ano, nas mesmas datas, espera-nos o Furadouro. Presença marcada? Escusado será responder...

Apresentação em Aveiro

Dia 29 de Novembro, ou seja, na próxima quarta-feira, vou fazer a primeira apresentação pós-lançamento do Aldeia de Luz, na livraria da Universidade de Aveiro. Na presença da editora, do vice-reitor e do meu "núcleo duro", assim espero. É mais uma forma de promover este primeiro romance e tentar alcançar o primeiro objectivo: a venda dos primeiros quinhentos livros. O segundo livro já está, como se costuma dizer, na forja e pode esperar-se algo muito diferente. Para já interessa levar o Aldeia de Luz ao colo. O resto virá com tempo e por acréscimo.

Quem mexeu no meu queijo?

Hoje tomei uma das decisões mais difíceis que tomei até hoje. Vou passar a ficar toda a semana em Aveiro. Custa, mas tenho a certeza que é a mais necessária, a mais acertada, mais equilibrada e mais premente decisão que podia tomar. O tempo vai passar a ser mais, mas principalmente a orientação vai ser diferente. Vou ser, assim espero, mais calmo nas decisões e na forma como encaro o trabalho. Espero pois que nada seja como dantes, para melhor. E enquanto escrevo este post, lembro-me dos ratinhos de Quem mexeu no meu queijo? Os que venceram foram os que decidiram partir em busca de um local onde havia queijo, um local que para eles significasse sucesso. Gaia para mim foi e é sucesso. Mas Aveiro também. E não podendo ser dois, parto em busca de um queijo diferente, sabendo que este estará aqui todas as sextas, nos meus regressos.

André Sardet

Com o livro a andar bem, boas notícias e críticas muito construtivas, só o cinto do curso e que podia desapertar um pouco mais… Daqui a nada não há furos suficientes.
Ontem, fiz uma troca que me deu imenso gozo. Na FNAC do Gaiashopping, ou não fosse este o meu novo local de referência, juntei-me às dezenas e dezenas de fãs do André Sardet, que tanto prezo e que tanto significado tem para mim e para a minha namorada, e pedi os autógrafos da praxe. No entanto, ofereci-lhe também um livro autografado, o que gerou nele alguma surpresa. Depois, ali mesmo ao lado do artista, mantive uma conversa muito agradável com o Daniel Pinho, responsável pelos eventos da FNAC Gaia, que já tinha tratado do meu lançamento. Uma noite em grande.

Estreia


Ladeado por Alda Roma e Avelina Ferraz, à esquerda e à direita na fotografia, respectivamente, no dia 29 de Outubro de 2006 durante o lançamento do Aldeia de Luz.
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Capa


Uma capa. Uma viagem. Um sonho. E agora é vosso. Posted by Picasa

Orgulho

A noite nunca é escura de mais para pensar. Os pensamentos podem ser escuros de mais para a noite. Assim como as manhãs cobertas de nevoeir...