De venda nos olhos e toque no ombro

Um toque no ombro, com mão pousada. Um mar de letras impressas e capas berrantes e silenciosas. Uma recordação nada ténue. Um tempo recuperado na mesma página, com as mesmas letras e as mesmas capas, sempre berrantes e silenciosas.
Volta-se atrás no tempo, não se desminta. Viver é viajar assim, perder o rumo com um toque de ombro. Voltar à tona do tempo com uma conversa de horas e deixar o guia da voz levar-nos... A vida, no final de contas, é uma Ciência Viva...

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